Arquivo da categoria: DE VOLTA À DIMENSÃO DAS BRUXAS (LIVRO 2 – PARTE 4)

DE VOLTA À DIMENSÃO DAS BRUXAS (Capítulo XXXII)

Cibele deixou a cela e girou o anel para ir ao encontro de Eliel. Os dois chegaram à sala da árvore quase no mesmo instante. Abraçando-a, ele disse: – Não podemos continuar nesta dimensão. Isso foi só uma amostra do … Continue lendo

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DE VOLTA À DIMENSÃO DAS BRUXAS (Capítulo XXXI)

Três dias se passaram antes que a mãe de Cibele dissesse: – Eu gostaria que você fosse ao laboratório energizar as poções. Cibele dirigiu-se ao laboratório enquanto Eliel, protegido pela magia da invisibilidade, deixou o castelo e foi à árvore … Continue lendo

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DE VOLTA À DIMENSÃO DAS BRUXAS (Capítulo XXX)

Na manhã seguinte, Cibele pediu a Tadeu que a acompanhasse à árvore favorita de Eliel naquela dimensão. Quando os dois se aproximaram, ele os aguardava e entregou a Cibele um anel feito com fibras daquela árvore. Ele disse: – Eu … Continue lendo

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DE VOLTA À DIMENSÃO DAS BRUXAS (Capítulo XXIX)

Minutos antes do jantar, Tadeu bateu à porta do quarto de Cibele para dizer: – Sua mãe falou para você descer dentro de meia hora. Florêncio já está lá, dando palpites no jantar. Para punir-me por ficar ouvindo o que … Continue lendo

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DE VOLTA À DIMENSÃO DAS BRUXAS (Capítulo XXVIII)

Minutos depois, Eliel procurava Tadeu para perguntar: – O que você disse a Cibele que a deixou tão zangada?!… Ela passou por mim e entrou no castelo como uma rajada de vento. Eu tentei detê-la para que pudéssemos conversar, e … Continue lendo

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DE VOLTA À DIMENSÃO DAS BRUXAS (Capítulo XXVII)

Na manhã seguinte, enquanto Cibele fazia a primeira refeição do dia, aproveitou-se da ausência de sua mãe para perguntar: – Onde está Eliel?… Você conversou com ele depois que Florêncio se foi? Livre do disfarce que Ermínio lhe providenciara, Tadeu … Continue lendo

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DE VOLTA À DIMENSÃO DAS BRUXAS (Capítulo XXVI)

Aquele jantar parecia interminável. Cibele, alegando cansaço, foi a primeira a recolher-se. Tão logo ela se foi, Florêncio, após atirar mais alguns dardos de sarcasmo, retirou-se também. Ao vê-lo desaparecer, Eliel disse a Tadeu: – Precisamos conversar. Por que não … Continue lendo

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DE VOLTA À DIMENSÃO DAS BRUXAS (Capítulo XXV)

Quando Eliel e Cibele entraram na cozinha, sobressaltaram-se com a presença indesejável de Florêncio ao lado de Tadeu. Ostentando um sorriso irônico, Florêncio comentou: – Para evitar cometer a indiscrição de observá-los em seus últimos minutos de privacidade, eu preferi … Continue lendo

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DE VOLTA À DIMENSÃO DAS BRUXAS (Capítulo XXIV)

Dois dias depois, Tadeu bateu à porta do quarto de Cibele. Sem se levantar da cama, ela murmurou: – Diga à minha mãe que não descerei para jantar. Tadeu, batendo novamente, disse: – Abra; é importante. Cibele levantou-se e abriu … Continue lendo

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DE VOLTA À DIMENSÃO DAS BRUXAS (Capítulo XXIII)

Quando Cibele acordou na manhã seguinte, beijou o rosto de Tadeu várias vezes até conseguir despertá-lo. Sorrindo, ela disse: – Eu preciso ir para que a minha mãe não desconfie que eu passei a noite ao seu lado. Você terá … Continue lendo

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